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SÍNDROME DE ALIENAÇÃO PARENTAL
 

A separação , mesmo que consensual , é uma vivência de grande conflito para o casal e para os filhos.

A justiça tem estado voltada para garantir que os filhos não sejam privados da companhia dos pais. Aquele que não possui a guarda recebe o direito-dever de estar com os filhos. Isto deve ir além do contato físico e da comunicação, pois ambos os progenitores devem participar do crescimento e da educação de seus filhos.

Trata-se de uma forma de assegurar a continuidade da convivência entre os filhos e o genitor não-guardião, minimizando, assim, a desagregação imposta pela dissolução do casamento.

Lamentavelmente, e com maior frequência do que se supõe, reiteradas barreiras são postas pelo guardião à realização desse convívio.
Muito são as manobras e os artifícios usados para criar obstáculos aos encontros do ex-cônjuge com os filhos: doenças inexistentes, compromissos de última hora, etc, sem contar no ato de tentar denegrir a imagem do outro.

O pior e mais grave disso tudo é que tais comportamentos vêm ditados por inconcebível egoísmo, fruto exclusivo da animosidade que ainda reina entre os pais dessas crianças.

E as crianças acabam sendo transformadas em instrumento de vingança.

Com tudo isto quando um dos pais, geralmente o detentor da custódia que intenta afastar os filhos do relacionamento com o outro genitor , promove aquilo que se denomina alienação parental, sendo que os maiores prejudicados são os filhos.


13/11/2015

 

 
     
     
 


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